Saiba porque escolhemos a Fernanda Freitas, a Sofia Aparício e o José Neves para apoiarem esta Campanha "Violência Doméstica não pode ser um segredo!! Veja as entrevistas feitas aos apoiantes da acção recolhidas no dia 25 de Março de 2010.
Entrevista a Fernanda Freitas
Entrevista a Sofia Aparício
Entrevista a José Neves
terça-feira, 11 de maio de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Entre, a sua T-shirt está dentro desta loja
A partir de hoje, dia 9 de Abril, encontre a colecção da Amnistia, no interior das 36 lojas da women'secret. Compre a sua, junte-se a nós.


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terça-feira, 30 de março de 2010
Campanha AI e women'secret: contra a Violência Doméstica
Uma Campanha da:
A Amnistia Internacional - Portugal, em parceria com a women’secret, apresenta a Campanha “A violência doméstica não pode ser um segredo” que visa dar voz a cada mulher afectada por este tipo de violência em Portugal, assim como sensibilizar a população e a sociedade.
Para tal foi criada uma colecção de roupa assinada pelo ilustrador André Letria, que se encontra à venda nas lojas da marca e cujas receitas revertem inteiramente para a Amnistia Internacional - Portugal. Encontre a sua t-shirt numa das lojas da women'secret!
Nos últimos anos, a violência sobre as mulheres tem sido um dos temas fulcrais do trabalho da Amnistia Internacional - Portugal. A women’secret, como marca socialmente responsável e solidária, propõe-se agora a participar e apoiar esta causa. Numa iniciativa conjunta, que visa acabar com o silêncio, promover a denúncia e terminar com as situações de sofrimento silencioso, as duas entidades lançam uma colecção-chave, muito feminina e sem segredos. Contamos com o apoio de Fernanda Freitas, Sofia Aparício e José Neves que dão a cara por esta campanha.
Estão previstas diversas iniciativas de divulgação, tendo já sido realizadas duas acções de formação (Lisboa e Porto) junto dos colaboradores da women’secret, para um melhor entendimento da forma de actuação da Amnistia Internacional - Portugal em prol dos Direitos Humanos e em especial no que diz respeito à violência doméstica.
Para assinalar o arranque da Campanha, a Amnistia Internacional organiza, juntamente com a sua rede de voluntários, uma acção de sensibilização sobre o tema nas principais ruas de Lisboa.
Visite a colecção da Amnistia Internacional nas lojas women’secret, em todo o país ou compre a sua t-shirt online!
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segunda-feira, 29 de março de 2010
Acções AI: Exposição internacional sobre Mulheres sobreviventes
'Living Under Constant Threat'
Exposição internacional sobre sobreviventes de violência, que foi utilizada por várias secções da AI.

Jamine está actualmente num abrigo, devido a violência doméstica. Jasmine é surda. Apesar da violência sofrida, ela dedica a palavra amor (em linguagem gestual na 3ªfoto) ao marido e filho.
Esta foto faz parte de uma exposição denominada “Viver sob ameaça constante”

“Chamo-me Jabo. Tenho 32 anos e vivia com o meu namorado desde os 24. Sou cantora, adoro cantar mas era muito difícil dizer-lhe quando tinha que sair para cantar. Tinha imenso tempo para lhe contar, mas deixava até ao último momento pois sabia que isso iria desencadear uma discussão”.
Esta foto faz parte de uma exposição denominada “Viver sob ameaça constante”

"Chamo-me Winnie. Estou a viver aqui [num abrigo] há 4 meses e meio. Tinha problemas em casa, onde vivia com o meu namorado e dois filhos. Ele tinha problemas com a bebida. Quando chegava a casa discutiamos, ele batia-lhe e mandava-me para fora de casa com as crianças. Por isso muitas vezes tive que dormir em casa de amigos. Quando voltava de manhã era a mesma coisa. Vivi com ele quase 5 anos.”
Esta foto faz parte de uma exposição denominada “Viver sob ameaça constante”

"O meu nome é Roslyn Bucher. Tenho 53 anos. Infelizmente, na passada 4ªfeira quando voltei para casa, se é que se pode chamar aquilo casa, o meu marido trancou-me a porta.
Fui casada durante 7 anos, mas já estávamos juntos há 11. O meu marido é um homem extremamente abusivo. É agressivo. Acho que sofri todo o tipo de violência às suas mãos, com excepção de violência sexual. Era estrangulamento, pontapés, murros, queimaduras de cigarros...este tipo de coisas. Depois dos abusos, ele ficava muito calmo. É enervante. Nunca sabes o que vai acontecer a seguir..."
Esta foto faz parte de uma exposição denominada “Viver sob ameaça constante”
Exposição internacional sobre sobreviventes de violência, que foi utilizada por várias secções da AI.
Jamine está actualmente num abrigo, devido a violência doméstica. Jasmine é surda. Apesar da violência sofrida, ela dedica a palavra amor (em linguagem gestual na 3ªfoto) ao marido e filho.
Esta foto faz parte de uma exposição denominada “Viver sob ameaça constante”
“Chamo-me Jabo. Tenho 32 anos e vivia com o meu namorado desde os 24. Sou cantora, adoro cantar mas era muito difícil dizer-lhe quando tinha que sair para cantar. Tinha imenso tempo para lhe contar, mas deixava até ao último momento pois sabia que isso iria desencadear uma discussão”.
Esta foto faz parte de uma exposição denominada “Viver sob ameaça constante”
"Chamo-me Winnie. Estou a viver aqui [num abrigo] há 4 meses e meio. Tinha problemas em casa, onde vivia com o meu namorado e dois filhos. Ele tinha problemas com a bebida. Quando chegava a casa discutiamos, ele batia-lhe e mandava-me para fora de casa com as crianças. Por isso muitas vezes tive que dormir em casa de amigos. Quando voltava de manhã era a mesma coisa. Vivi com ele quase 5 anos.”
Esta foto faz parte de uma exposição denominada “Viver sob ameaça constante”
"O meu nome é Roslyn Bucher. Tenho 53 anos. Infelizmente, na passada 4ªfeira quando voltei para casa, se é que se pode chamar aquilo casa, o meu marido trancou-me a porta.
Fui casada durante 7 anos, mas já estávamos juntos há 11. O meu marido é um homem extremamente abusivo. É agressivo. Acho que sofri todo o tipo de violência às suas mãos, com excepção de violência sexual. Era estrangulamento, pontapés, murros, queimaduras de cigarros...este tipo de coisas. Depois dos abusos, ele ficava muito calmo. É enervante. Nunca sabes o que vai acontecer a seguir..."
Esta foto faz parte de uma exposição denominada “Viver sob ameaça constante”
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Acções AI - Violência sobre as Mulheres
Fotos: 25 Novembro 2009 - Rossio
Portugal - 25 de Novembro 2009
Instalação Moda no Rossio para relembrar as vítimas de violência contra as mulheres, com a criação de Paulo Gomes e Sofia Aparício. Contou ainda com a preciosa colaboração de Inês Castel-Branco, Telma Santos, Flor, José Moutinho, Raquel Strada




Instalação Moda no Rossio para relembrar as vítimas de violência contra as mulheres, com a criação de Paulo Gomes e Sofia Aparício. Contou ainda com a preciosa colaboração de Inês Castel-Branco, Telma Santos, Flor, José Moutinho, Raquel Strada
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Acções AI - Violência sobre as Mulheres
sexta-feira, 26 de março de 2010
A Colecção - Três Modelos (made in Portugal)
Visite as 36 Lojas espalhadas por todo o país, ou compre online em Shop online @ Women'Secret- http://womensecret.com/Store/Products/T3/Collection/Especial/Default.aspx




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Colecção: OS 3 Modelos
quinta-feira, 25 de março de 2010
Início da Campanha: Acção de Rua e Conferência de Imprensa
Começou a campanha !
Da parte da manhã os voluntários da AI distribuiram "segredos" nas ruas de Lisboa. A apresentadora Fernanda Freitas, o actor José Neves e a modelo Sofia Aparício marcaram presença ao longo do dia, deixando o seu apelo à denúncia desta violação de direitos humanos.
Contámos também com a presença da Presidente da AI, Lucília José Justino, o Director Executivo da ONG, Pedro Krupenski e muitas outras pessoas que representaram muito bem o envolvimento das diferentes entidades nesta campanha: Amnistia Internacional, women'secret e McCann Erickson.
Participe e divulgue esta campanha!




Da parte da manhã os voluntários da AI distribuiram "segredos" nas ruas de Lisboa. A apresentadora Fernanda Freitas, o actor José Neves e a modelo Sofia Aparício marcaram presença ao longo do dia, deixando o seu apelo à denúncia desta violação de direitos humanos.
Contámos também com a presença da Presidente da AI, Lucília José Justino, o Director Executivo da ONG, Pedro Krupenski e muitas outras pessoas que representaram muito bem o envolvimento das diferentes entidades nesta campanha: Amnistia Internacional, women'secret e McCann Erickson.
Participe e divulgue esta campanha!
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quarta-feira, 24 de março de 2010
A partir de dia 25 de Março: Campanha da Amnistia Internacional e women'secret
Uma Campanha da:
A Amnistia Internacional - Portugal, em parceria com a women’secret, apresenta a Campanha “A violência doméstica não pode ser um segredo” que visa dar voz a cada mulher afectada por este tipo de violência em Portugal, assim como sensibilizar a população e a sociedade.
Para tal foi criada uma colecção de roupa assinada pelo ilustrador André Letria, que se encontra à venda nas lojas da marca e cujas receitas revertem inteiramente para a Amnistia Internacional - Portugal. Encontre a sua t-shirt numa das lojas da women'secret!
Nos últimos anos, a violência sobre as mulheres tem sido um dos temas fulcrais do trabalho da Amnistia Internacional - Portugal. A women’secret, como marca socialmente responsável e solidária, propõe-se agora a participar e apoiar esta causa. Numa iniciativa conjunta, que visa acabar com o silêncio, promover a denúncia e terminar com as situações de sofrimento silencioso, as duas entidades lançam uma colecção-chave, muito feminina e sem segredos. Contamos com o apoio de Fernanda Freitas, Sofia Aparício e José Neves que dão a cara por esta campanha.
Estão previstas diversas iniciativas de divulgação, tendo já sido realizadas duas acções de formação (Lisboa e Porto) junto dos colaboradores da women’secret, para um melhor entendimento da forma de actuação da Amnistia Internacional - Portugal em prol dos Direitos Humanos e em especial no que diz respeito à violência doméstica.
Para assinalar o arranque da Campanha, a Amnistia Internacional organiza, juntamente com a sua rede de voluntários, uma acção de sensibilização sobre o tema nas principais ruas de Lisboa.
Visite a colecção da Amnistia Internacional nas lojas women’secret, em todo o país ou compre a sua t-shirt online!
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terça-feira, 23 de março de 2010
Vítima de Violência Doméstica. O que pode fazer?
Se é vítima de violência doméstica:
Deixar de ser um segredo é o primeiro passo para deixar de ser um problema.
Procure apoio. Existem diversos serviços de apoio e organizações que podem ajudá-la a enfrentar este problema e a procurar a sua resolução.
Serviços de apoio disponíveis:- Linha Nacional de Emergência Social - 144
É um serviço público gratuito, de âmbito nacional, com funcionamento contínuo e ininterrupto para protecção e salvaguarda da segurança dos cidadãos em situação de Emergência Social – 24 horas por dia, 365 dias por ano
- Serviço de Informação às vítimas de violência doméstica – 800 202 148
É um serviço gratuito, funciona 24 horas por dia e é anónimo e confidencial. Esta linha tem funcionários especialmente formados para atendimento de vítimas de violência doméstica, que dão apoio com informação sobre os direitos das vítimas, apoio psicológico, indicam os recursos de apoio que existem e onde se dirigir.
- APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima – 707 20 00 77
A APAV presta apoio emocional e apoio especializado de forma gratuita e confidencial às vítimas. A linha telefónica funciona das 10h às 13h e das 14h às 17h. No site da organização encontra conselhos úteis sobre o que fazer em situação de emergência : http://www.apav.pt/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=59&Itemid=84
- AMCV – Associação Mulheres contra a Violência – 21 380 21 65
A AMCV dispõe de serviços de apoio que incluem um Centro Anti-Violência que presta assistência gratuita nas seguintes áreas: atendimento telefónico especializado, atendimento e acompanhamento individual, aconselhamento jurídico, emprego apoiado, apoio psicológico, grupos de ajuda mútua e refúgios. Mais informação em www.amcv.org.pt
- UMAR – União Mulheres Alternativa e Resposta – 21 294 21 98 (Almada)
22 202 50 48 (Porto); 296 283 221 (S. Miguel – Açores)
A UMAR dispõe de diversos serviços a nível nacional assim como uma Linha Telefónica SOS Mulher, gerida pela UMAR - Açores.
Os serviços prestados variam de local para local. Para mais informaçõe consulte: http://www.umarfeminismos.org/violencia/apresenta.htm
Apresente queixa:
Dirija-se a uma esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP), posto da Guarda Nacional Republicana (GNR), piquete da Polícia Judiciária (PJ) ou directamente junto dos Serviços do Ministério Público para apresentar queixa criminal e exigir um documento comprovativo da queixa ou denúncia efectuada;
Leve consigo os seus elementos de identificação (bilhete de identidade, passaporte ou outro).
Pode também optar por apresentar queixa por via electrónica, através do Ministério da Administração Interna:
https://queixaselectronicas.mai.gov.pt/sqe.aspx?l=PT#
Se é amigo ou familiar de uma vítima de violência doméstica ou se presenciou um crime desta natureza:
Lembre-se que a violência Doméstica é um crime público, o que significa que qualquer pessoa que tenha conhecimento do crime o pode denunciar, não estando a instauração do processo dependente de queixa por parte da vítima.
No entanto, envolva-a nesta decisão.
Incentive-a a procurar apoio e informação. Apoie a vítima neste processo – um dos principais obstáculos à denúncia é o isolamento. Partilhar o problema pode ser o primeiro passo para a diminuição do sofrimento e contribuir para a sua erradicação. É fundamental procurar perceber se a sua denúncia, no momento e no modo como for feita, não vai agravar a situação da vítima.
Porque a violência doméstica não pode ser um segredo!
O contributo da Amnistia Internacional
A Amnistia Internacional não presta assistência directa a vítimas de violência doméstica, pois não está no nosso método de trabalho, esta forma de intervenção. No entanto, convictos de que uma das origens da violência doméstica se prende com comportamentos e atitudes enraizadas na sociedade, promovemos esta campanha de sensibilização que se dirige às mulheres em particular e à sociedade em geral.
Pretendemos com esta iniciativa sensibilizar a população e dar voz a cada mulher afectada por este tipo de violência. Queremos que estas situações sejam denunciadas e não vividas em silêncio. Acreditamos que parte da resolução dos problemas de violência doméstica passa pela sua denúncia e maior visibilidade. Um melhor conhecimento da situação ajuda certamente a encontrar soluções.
No âmbito da violência contra as mulheres realizamos inúmeras acções de promoção e sensibilização; investigação e estudos na área da Violência Doméstica sobre a Mulher; identificação e encaminhamento de casos de violência sobre as mulheres; acções de sensibilização pública; acções de Educação para os Direitos Humanos, nomeadamente sobre a discriminação com base no género e apelos e acções junto de governos.
Deixar de ser um segredo é o primeiro passo para deixar de ser um problema.
Procure apoio. Existem diversos serviços de apoio e organizações que podem ajudá-la a enfrentar este problema e a procurar a sua resolução.
Serviços de apoio disponíveis:- Linha Nacional de Emergência Social - 144
É um serviço público gratuito, de âmbito nacional, com funcionamento contínuo e ininterrupto para protecção e salvaguarda da segurança dos cidadãos em situação de Emergência Social – 24 horas por dia, 365 dias por ano
- Serviço de Informação às vítimas de violência doméstica – 800 202 148
É um serviço gratuito, funciona 24 horas por dia e é anónimo e confidencial. Esta linha tem funcionários especialmente formados para atendimento de vítimas de violência doméstica, que dão apoio com informação sobre os direitos das vítimas, apoio psicológico, indicam os recursos de apoio que existem e onde se dirigir.
- APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima – 707 20 00 77
A APAV presta apoio emocional e apoio especializado de forma gratuita e confidencial às vítimas. A linha telefónica funciona das 10h às 13h e das 14h às 17h. No site da organização encontra conselhos úteis sobre o que fazer em situação de emergência : http://www.apav.pt/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=59&Itemid=84
- AMCV – Associação Mulheres contra a Violência – 21 380 21 65
A AMCV dispõe de serviços de apoio que incluem um Centro Anti-Violência que presta assistência gratuita nas seguintes áreas: atendimento telefónico especializado, atendimento e acompanhamento individual, aconselhamento jurídico, emprego apoiado, apoio psicológico, grupos de ajuda mútua e refúgios. Mais informação em www.amcv.org.pt
- UMAR – União Mulheres Alternativa e Resposta – 21 294 21 98 (Almada)
22 202 50 48 (Porto); 296 283 221 (S. Miguel – Açores)
A UMAR dispõe de diversos serviços a nível nacional assim como uma Linha Telefónica SOS Mulher, gerida pela UMAR - Açores.
Os serviços prestados variam de local para local. Para mais informaçõe consulte: http://www.umarfeminismos.org/violencia/apresenta.htm
Apresente queixa:
Dirija-se a uma esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP), posto da Guarda Nacional Republicana (GNR), piquete da Polícia Judiciária (PJ) ou directamente junto dos Serviços do Ministério Público para apresentar queixa criminal e exigir um documento comprovativo da queixa ou denúncia efectuada;
Leve consigo os seus elementos de identificação (bilhete de identidade, passaporte ou outro).
Pode também optar por apresentar queixa por via electrónica, através do Ministério da Administração Interna:
https://queixaselectronicas.mai.gov.pt/sqe.aspx?l=PT#
Se é amigo ou familiar de uma vítima de violência doméstica ou se presenciou um crime desta natureza:
Lembre-se que a violência Doméstica é um crime público, o que significa que qualquer pessoa que tenha conhecimento do crime o pode denunciar, não estando a instauração do processo dependente de queixa por parte da vítima.
No entanto, envolva-a nesta decisão.
Incentive-a a procurar apoio e informação. Apoie a vítima neste processo – um dos principais obstáculos à denúncia é o isolamento. Partilhar o problema pode ser o primeiro passo para a diminuição do sofrimento e contribuir para a sua erradicação. É fundamental procurar perceber se a sua denúncia, no momento e no modo como for feita, não vai agravar a situação da vítima.
Porque a violência doméstica não pode ser um segredo!
O contributo da Amnistia Internacional
A Amnistia Internacional não presta assistência directa a vítimas de violência doméstica, pois não está no nosso método de trabalho, esta forma de intervenção. No entanto, convictos de que uma das origens da violência doméstica se prende com comportamentos e atitudes enraizadas na sociedade, promovemos esta campanha de sensibilização que se dirige às mulheres em particular e à sociedade em geral.
Pretendemos com esta iniciativa sensibilizar a população e dar voz a cada mulher afectada por este tipo de violência. Queremos que estas situações sejam denunciadas e não vividas em silêncio. Acreditamos que parte da resolução dos problemas de violência doméstica passa pela sua denúncia e maior visibilidade. Um melhor conhecimento da situação ajuda certamente a encontrar soluções.
No âmbito da violência contra as mulheres realizamos inúmeras acções de promoção e sensibilização; investigação e estudos na área da Violência Doméstica sobre a Mulher; identificação e encaminhamento de casos de violência sobre as mulheres; acções de sensibilização pública; acções de Educação para os Direitos Humanos, nomeadamente sobre a discriminação com base no género e apelos e acções junto de governos.
FALE. PARTILHE. DENUNCIE.
No âmbito da campanha que a Amnistia Internacional (AI) realiza em conjunto com as lojas women'secret, intitulada "A Violência doméstica não pode ser um segredo", criámos este blog, para que você possa falar, partilhar e denunciar a sua história ou mesmo deixar a sua opinião.
A Violência Doméstica é um crime público. Todos somos responsáveis.
Deixar de ser Segredo é o primeiro passo para deixar de ser um problema. Contamos consigo.
Se pretender escrever, mantendo a sua privacidade, envie-nos um email, com os seus dados, para partilheoseusegredo@gmail.com.
A Violência Doméstica é um crime público. Todos somos responsáveis.
Deixar de ser Segredo é o primeiro passo para deixar de ser um problema. Contamos consigo.
Se pretender escrever, mantendo a sua privacidade, envie-nos um email, com os seus dados, para partilheoseusegredo@gmail.com.
Parceiros da Campanha
A Amnistia Internacional - Portugal contou com o apoio de inúmeros parceiros para a realização desta campanha, nomeadamente: André Letria, pela criação das ilustrações das t-shirts; Fernanda Freitas, José Neves e Sofia Aparício, três figuras públicas convidadas para apoiar e dar visibilidade a esta acção e tema; McCann Erickson, pela imagem gráfica em loja e toda a campanha de publicidade - que inclui um spot de rádio, mupis e anúncios de imprensa; MK2 - Soluções para DJs e Produtores, pela cedência do espaço de apresentação e lançamento desta campanha, entre outros.
Acompanhe as novidades da Campanha “A Violência Doméstica não pode ser um Segredo” através do blogue http://violenciadomesticanaopodeserumsegred.blogspot.com/ e a partir das páginas da Amnistia Internacional - Portugal nas principais redes sociais:
HI5 http://aiportugal.hi5.com|
TWITTER http://twitter.com/AmnistiaPT|
FACEBOOK http://www.facebook.com/people/Amnistia-Internacional-Portugal/100000306814237#!/group.php?gid=48109034673
Sobre a women’secret
A women’secret é uma marca do Grupo Cortefiel que dá resposta às diferentes formas de ser, pensar e viver da mulher actual. A criatividade faz parte da essência da marca. De facto, a women'secret tem conseguido criar um vínculo de cumplicidade com as mulheres, através da capacidade que tem demonstrado em transmitir, através das suas peças, as sensações, os sentimentos e a necessidade das mulheres se sentirem atraentes e seguras de si mesmas. www.womensecret.com
Sobre o ilustrador André Letria
André Letria nasceu em 1973, em Lisboa. Frequentou o curso de Pintura da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e trabalha como ilustrador desde 1992, ilustrando regularmente livros para crianças e colaborando com diversas publicações periódicas. Ganhou, em 2000, o Prémio Nacional de Ilustração com o livro “Versos de fazer ó-ó” e o Prémio Gulbenkian, em 2004, com o livro “Se eu fosse muito magrinho”. Recebeu em 2001 o Award of Excellence for Illustration, atribuído pela Society for News Design (EUA) a uma ilustração publicada no suplemento “Mil Folhas”, do jornal Público. Participou em exposições na área da ilustração infantil, como a Bienal de Bratislava, em 1995 e 2005; Bolonha, em 2002; Sarmede, em 1999; e Ilustrarte, em 2003, 2005 e 2009. Trabalhou também como cenógrafo para a Companhia Teatral do Chiado entre 2000 e 2005.
Sobre a McCann Erickson
A McCann Erickson, enquanto agência de publicidade presente em mais de 150 países espalhados por 5 continentes, e especificamente em Portugal, tem na sua extensa carteira de clientes, um conjunto de Organizações Não Governamentais de sem fins lucrativos com quem estabelece laços estreitos de cooperação. Esta cooperação assenta na oferta do seu produto final – as ideias - em prol da defesa de causas importantes para a Sociedade e o seu desenvolvimento. Fá-lo com o objectivo de poder ter um papel interventivo no Mundo através daquilo em que verdadeiramente acredita: a Eficácia da Criatividade. Na elaboração desta campanha para a Amnistia Internacional sob o tema da Violência Doméstica, estiveram envolvidos os criativos Susana Lourenço, Paulo Filipe, Rita Andrade que contaram com a Direcção Criativa de Frederick Fannon. www.mccann.pt
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Sobre a women’secret
A women’secret é uma marca do Grupo Cortefiel que dá resposta às diferentes formas de ser, pensar e viver da mulher actual. A criatividade faz parte da essência da marca. De facto, a women'secret tem conseguido criar um vínculo de cumplicidade com as mulheres, através da capacidade que tem demonstrado em transmitir, através das suas peças, as sensações, os sentimentos e a necessidade das mulheres se sentirem atraentes e seguras de si mesmas. www.womensecret.com
Sobre o ilustrador André Letria
André Letria nasceu em 1973, em Lisboa. Frequentou o curso de Pintura da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e trabalha como ilustrador desde 1992, ilustrando regularmente livros para crianças e colaborando com diversas publicações periódicas. Ganhou, em 2000, o Prémio Nacional de Ilustração com o livro “Versos de fazer ó-ó” e o Prémio Gulbenkian, em 2004, com o livro “Se eu fosse muito magrinho”. Recebeu em 2001 o Award of Excellence for Illustration, atribuído pela Society for News Design (EUA) a uma ilustração publicada no suplemento “Mil Folhas”, do jornal Público. Participou em exposições na área da ilustração infantil, como a Bienal de Bratislava, em 1995 e 2005; Bolonha, em 2002; Sarmede, em 1999; e Ilustrarte, em 2003, 2005 e 2009. Trabalhou também como cenógrafo para a Companhia Teatral do Chiado entre 2000 e 2005.
Sobre a McCann Erickson
A McCann Erickson, enquanto agência de publicidade presente em mais de 150 países espalhados por 5 continentes, e especificamente em Portugal, tem na sua extensa carteira de clientes, um conjunto de Organizações Não Governamentais de sem fins lucrativos com quem estabelece laços estreitos de cooperação. Esta cooperação assenta na oferta do seu produto final – as ideias - em prol da defesa de causas importantes para a Sociedade e o seu desenvolvimento. Fá-lo com o objectivo de poder ter um papel interventivo no Mundo através daquilo em que verdadeiramente acredita: a Eficácia da Criatividade. Na elaboração desta campanha para a Amnistia Internacional sob o tema da Violência Doméstica, estiveram envolvidos os criativos Susana Lourenço, Paulo Filipe, Rita Andrade que contaram com a Direcção Criativa de Frederick Fannon. www.mccann.pt
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Dados sobre Violência Doméstica 2009 - Portugal
Fonte: Relatório sobre Violência Doméstica – 1º Semestre de 2009, Direcção Geral da Administração Interna, http://www.cig.gov.pt/
1. Estatísticas sobre Violência Doméstica em Portugal – 2009
2. Perfil da vítima de violência doméstica
3. Perfil do perpetrador de violência doméstica méstica
4. Ocorrência dos episódios de violência doméstica
5. Características das situações de violência doméstica
1. Estatísticas sobre Violência Doméstica em Portugal - 2009
v As forças de segurança registaram, só no primeiro semestre de 2009, 14.600 queixas de violência doméstica. Isto equivale a uma média de 81 participações por dia;
v E significa que cerca de 1 (mais concretamente 1,4) em cada mil habitantes de Portugal apresentou uma queixa deste tipo;
v Em comparação ao primeiro semestre de 2008, houve um aumento de 12% de denúncias;
v A grande maioria dos denunciantes de situações de violência doméstica são as próprias vítimas.
2. Perfil da vítima de Violência Doméstica
v Sexo feminino (85%);
v Casada ou em união de facto (53%);
v Idade média de 39 anos;
v Quase dois terços das vítimas têm uma relação do tipo conjugal com o agressor;
v Cerca de 73% têm habilitações até ao 9º ano;
v A maioria (76%) não depende economicamente do agressor;
v Em Portugal, 82% das vítimas têm naturalidade portuguesa, sendo as restantes 18% naturais sobretudo do Brasil, Angola e Cabo Verde.
3. Perfil do perpetrador de Violência Doméstica
v Sexo masculino (88%);
v Casado ou em união de facto (54%);
v Idade média de 40 anos;
v Cerca de três quartos dos agressores possui habilitações iguais ou inferiores ao 9º ano;
v Em Portugal, 83% dos agressores têrm naturalidade portuguesa, sendo as restantes 17% naturais sobretudo do Brasil, Angola e Cabo Verde.
4. Ocorrência dos episódios de Violência Doméstica
v No primeiro semestre de 2009, os meses em que ocorreram mais casos de violência doméstica foram Março, Maio e Junho;
v A maioria das situações ocorre ao fim de semana (cerca de 1/3), sendo Domingo o dia mais crítico. Depois de uma diminuição nos primeiros dias da semana, as ocorrências voltam As ocorrências começam depois a diminuir, voltando a aumentar no final da semana.
v Quase metade das situações de violência doméstica decorrem à noite (sendo considerada noite o período entre 19h e as 0h)
5. Características das situações de Violência Doméstica
v Em mais de metade dos casos de violência doméstica, existiam ocorrências anteriores comprovadas ou denunciadas às forças da autoridade. Além disso, em 91% dos casos a vítima já tinha sofrido situações de violência anteriores, perpetradas pelo mesmo agressor;
v A maioria destas situações de violência resulta apenas em ferimentos ligeiros para a vítima. No entanto, no primeiro semestre de 2009 morreram 6 vítimas de violência doméstica (embora o número real seja maior pois não inclui as participações de homicídio à Polícia Judiciária);
v 46% das ocorrências foram presenciadas por menores;
v A maioria dos episódio de violência doméstica ocorreram na residência da vítima (cerca de 85%);
v Em 32% das situações a violência foi desencadeada por um estado alterado do agressor, devido ao consumo de álcool ou drogas;
v 25% dos casos foram desencadeados por “pormenores” da rotina diária, custódia ou educação dos filhos ou por motivos relacionados com comportamentos agressivos por parte do agressor devido a doença do foro psicológico;
v Outros motivos comuns que levam a episódios de violência são as questões monetárias e de desemprego, a resposta a situações de ameaça de abandono ou abandono efectivo por parte da vítima, o ciúme e desconfianças do agressor em relação à vítima e controlo ou tentativas de controlo dos movimentos da vítima;
v Em 0,5% dos casos a violência foi desencadeada pelo facto de o agressor se ter apercebido que a vítima denunciou a situação a alguma autoridade policial, familiares ou amigos.
6. Tipos de violência
v 74% dos casos envolveram violência física;
v 54% envolveram violência psicológica;
v 1.1% envolveram violência sexual;
v Em 16% das ocorrências o agressor utilizou uma arma. Os tipos de armas mais frequentes foram: armas brancas (6%), armas de fogo (2.6%) e peças de mobiliário ou utensílios de cozinha (4.2%);
v As formas de violência psicológica mais utilizadas são o insulto do agressor à vítima (46% dos casos) e a ameaça à integridade física da vítima (35% dos casos).
1. Estatísticas sobre Violência Doméstica em Portugal – 2009
2. Perfil da vítima de violência doméstica
3. Perfil do perpetrador de violência doméstica méstica
4. Ocorrência dos episódios de violência doméstica
5. Características das situações de violência doméstica
1. Estatísticas sobre Violência Doméstica em Portugal - 2009
v As forças de segurança registaram, só no primeiro semestre de 2009, 14.600 queixas de violência doméstica. Isto equivale a uma média de 81 participações por dia;
v E significa que cerca de 1 (mais concretamente 1,4) em cada mil habitantes de Portugal apresentou uma queixa deste tipo;
v Em comparação ao primeiro semestre de 2008, houve um aumento de 12% de denúncias;
v A grande maioria dos denunciantes de situações de violência doméstica são as próprias vítimas.
2. Perfil da vítima de Violência Doméstica
v Sexo feminino (85%);
v Casada ou em união de facto (53%);
v Idade média de 39 anos;
v Quase dois terços das vítimas têm uma relação do tipo conjugal com o agressor;
v Cerca de 73% têm habilitações até ao 9º ano;
v A maioria (76%) não depende economicamente do agressor;
v Em Portugal, 82% das vítimas têm naturalidade portuguesa, sendo as restantes 18% naturais sobretudo do Brasil, Angola e Cabo Verde.
3. Perfil do perpetrador de Violência Doméstica
v Sexo masculino (88%);
v Casado ou em união de facto (54%);
v Idade média de 40 anos;
v Cerca de três quartos dos agressores possui habilitações iguais ou inferiores ao 9º ano;
v Em Portugal, 83% dos agressores têrm naturalidade portuguesa, sendo as restantes 17% naturais sobretudo do Brasil, Angola e Cabo Verde.
4. Ocorrência dos episódios de Violência Doméstica
v No primeiro semestre de 2009, os meses em que ocorreram mais casos de violência doméstica foram Março, Maio e Junho;
v A maioria das situações ocorre ao fim de semana (cerca de 1/3), sendo Domingo o dia mais crítico. Depois de uma diminuição nos primeiros dias da semana, as ocorrências voltam As ocorrências começam depois a diminuir, voltando a aumentar no final da semana.
v Quase metade das situações de violência doméstica decorrem à noite (sendo considerada noite o período entre 19h e as 0h)
5. Características das situações de Violência Doméstica
v Em mais de metade dos casos de violência doméstica, existiam ocorrências anteriores comprovadas ou denunciadas às forças da autoridade. Além disso, em 91% dos casos a vítima já tinha sofrido situações de violência anteriores, perpetradas pelo mesmo agressor;
v A maioria destas situações de violência resulta apenas em ferimentos ligeiros para a vítima. No entanto, no primeiro semestre de 2009 morreram 6 vítimas de violência doméstica (embora o número real seja maior pois não inclui as participações de homicídio à Polícia Judiciária);
v 46% das ocorrências foram presenciadas por menores;
v A maioria dos episódio de violência doméstica ocorreram na residência da vítima (cerca de 85%);
v Em 32% das situações a violência foi desencadeada por um estado alterado do agressor, devido ao consumo de álcool ou drogas;
v 25% dos casos foram desencadeados por “pormenores” da rotina diária, custódia ou educação dos filhos ou por motivos relacionados com comportamentos agressivos por parte do agressor devido a doença do foro psicológico;
v Outros motivos comuns que levam a episódios de violência são as questões monetárias e de desemprego, a resposta a situações de ameaça de abandono ou abandono efectivo por parte da vítima, o ciúme e desconfianças do agressor em relação à vítima e controlo ou tentativas de controlo dos movimentos da vítima;
v Em 0,5% dos casos a violência foi desencadeada pelo facto de o agressor se ter apercebido que a vítima denunciou a situação a alguma autoridade policial, familiares ou amigos.
6. Tipos de violência
v 74% dos casos envolveram violência física;
v 54% envolveram violência psicológica;
v 1.1% envolveram violência sexual;
v Em 16% das ocorrências o agressor utilizou uma arma. Os tipos de armas mais frequentes foram: armas brancas (6%), armas de fogo (2.6%) e peças de mobiliário ou utensílios de cozinha (4.2%);
v As formas de violência psicológica mais utilizadas são o insulto do agressor à vítima (46% dos casos) e a ameaça à integridade física da vítima (35% dos casos).
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“Eu só queria ir ter com um amigo e chorar.”
“Eu tinha muita vergonha em admitir que alguém usasse a força contra mim.”
“Deveria haver mais informação sobre a lei, mais informação sobre os números de mulheres, para que possam pedir ajuda, e perceber que ela está logo ali, ao virar da esquina.”
“Ele era uma boa pessoa, mas passados cinco anos tudo começou. Ele começou a mandar a frustração dele para cima de mim, começou a bater-me, a insultar-me…”
“Para além de me agredir, ele não me deixava trabalhar.”
“Não sei como é que eu permiti que alguém me tratasse assim.”
“A minha família não se apercebia.”
“Os meus filhos não têm de sofrer o que eu sofri.”
“Ele, com as meninas presentes, começa a insultar-me. Chega a mãe dele, começa a insultar-me também.”
"…Durante estas largas e extenuantes horas, dizia-me que toda esta situação era culpa minha.”
“Casei-me quando tinha apenas 16 anos e sempre fui muito magoada pelo meu marido.”
“A minha mãe, é super religiosa:. É o matrimónio que Deus quis e tu tens de o aguentar.”
“Eu não queria arriscar encontrar-me com alguém só para falar dos meus problemas.”
“Ninguém me podia ajudar enquanto eu não me ajudasse a mim mesma.”
“Eu tinha muita vergonha em admitir que alguém usasse a força contra mim.”
“Deveria haver mais informação sobre a lei, mais informação sobre os números de mulheres, para que possam pedir ajuda, e perceber que ela está logo ali, ao virar da esquina.”
“Ele era uma boa pessoa, mas passados cinco anos tudo começou. Ele começou a mandar a frustração dele para cima de mim, começou a bater-me, a insultar-me…”
“Para além de me agredir, ele não me deixava trabalhar.”
“Não sei como é que eu permiti que alguém me tratasse assim.”
“A minha família não se apercebia.”
“Os meus filhos não têm de sofrer o que eu sofri.”
“Ele, com as meninas presentes, começa a insultar-me. Chega a mãe dele, começa a insultar-me também.”
"…Durante estas largas e extenuantes horas, dizia-me que toda esta situação era culpa minha.”
“Casei-me quando tinha apenas 16 anos e sempre fui muito magoada pelo meu marido.”
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A Amnistia Internacional (AI) Portugal: www.amnistia-internacional.pt
A Amnistia Internacional (AI) é uma ONG que promove e defende os Direitos Humanos em mais de 150 países. Foi fundada em 1961 e conta com o apoio de mais de 2,5 milhões de pessoas que participam nas acções de denúncia de violações de direitos humanos. A visão da AI é a de um mundo em que cada pessoa goze de todos os direitos consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos e em outros Acordos Internacionais sobre Direitos Humanos. A missão da AI, tendente a concretizar esta visão, é a da realização de investigações e de acções que tenham como finalidade a prevenção e a erradicação dos graves abusos contra os direitos à integridade fisica e mental, à liberdade de consciência e de expressão e ao direito de não ser discriminado, dentro de contexto da promoção de todos os Direitos Humanos. Junte-se a nós: www.amnistia-internacional.pt.
A Violência sobre as Mulheres A Violência sobre as mulheres tem sido um dos temas fulcrais do trabalho da AI nos últimos anos. Com a sua acção, a AI pretende contribuir para dar voz às mulheres afectadas por diferentes realidades, contribuindo para o seu empoderamento e participação activa na construção de soluções; pretende conseguir uma crescente sensibilização da população e a alteração de políticas que reforcem a igualdade de género em todos os sectores da sociedade, através do seu trabalho de lobi junto dos decisores politicos. Em Portugal, um dos maiores reflexos da violência acontece no contexto íntimo da família. A violência doméstica é um crime público, passível de ser exposto por qualquer pessoa que tenha conhecimento da sua ocorrência. No entanto, o medo, o isolamento e a vergonha continuam a impedir que as mulheres afectadas relatem as situações de violência vividas.
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